Tulipmania: History teach us, but we don't need no education. (Bitcoin)

We have discovered an excellent and more polite way for commercial interchanges. This currency is so secure that uses a unique code stored in its DNA. In the future, all transactions will be made using this currency. Also, it is a safe option for keeping its value. Maybe you could had this thought if you had lived during the Tulipmania in the XVII century.
This really happened in the Netherlands where people started to do deals and transactions using tulip bulbs. This success was so notable that people started to demand more and more tulips, increasing the price of it. Suddenly, people lost faith about the real value of this “currency” and the price fell.
The last paragraph describes the first speculative bubble, but not the last. This happened in the end of XIX; in the 20’s when stock market produced in 1929 the great depression; and more recently in the 90’s with the “.net” crisis in 2000. Later, in 2008, we saw another big crisis, this time caused by financial assets that a large amount of people traded, without having any understanding about how their worked.
Nowadays, a large amount of money is traded by a lot of people using Bitcoins, and the speculation about it has risen. This is the obvious cause, because the price is so elevated. But, what happens if, in the same way that happened with tulips, people perceive that no exist a real value about it. I’m saying, this currency don’t have support from big governments, it is not accepted in COMEX negotiations, and nobody in a serious business negotiation will accept it like payment.
Also, anybody can make their own Bitcoin. You need only a herd of people that believe in your currency, and a little knowledge in RSA, Blowfish Encryption Algorithm or another similar.

The Majority of people don’t understand how cryptography works but believe in it. I’m not saying that cryptography is unsafe, but how much do you understand about how it works? How do you create a Bitcoin? Where it is stored? etc. In fact, Bitcoins are only “0” and “1”. If people stop using it, trying to recover the investment, inevitably the tulip fever would end. As Warren Buffett said, don’t invest your money in things that you don’t understand.

This maybe be the dumbest speculation in recent history, because not exist nothing more than believers. The difference with the another specualations is that at this time people have nothing real to recover when the bubble burst.
The quicker the inevitable end happens, the less painful it will be.

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Quebra do comportamento do mercado accionario, crise e consequências

Durante regressões utilizando-se o modelo de 5 fatores de Fama e French (2015), com e sem variáveis dummies, com carteiras com retornos igualmente ponderados (Ri-Rf) e carteiras ponderadas por valor de mercado (Ri-Rf_w) encontrou-se evidencia de perda de eficiencia no mercado de ações brasileiro no periodo recente. Com um comportamento direcionado para a especulação que teve efeitos na economia real desde 2013-2014.

A Tabela 1 mostra o desvio padrão das carteiras em dois períodos de oito anos. Os resultados mostram que os retornos conseguem ter um ajuste maior num período de tempo mais longo (2001-2016) que no periodo recente (2009-2016). Além disso, a utilização de retornos ponderados (empresas maiores possuem maior peso) melhora a identificação de um comportamento inusitado que pode ser identificado com a adição de variáveis dummies.

Tabela 1 – Desvios padrão das diferentes carteiras regredidas.

Carteiras

Low Neutral High (L+N+H)/3
Small

Ri-Rf

Ri_w-Rf Ri-Rf Ri_w-Rf Ri-Rf Ri_w-Rf Ri-Rf

Ri_w-Rf

2001-2008

0.0967

0.0152 0.0841 0.0099 0.1265 0.0179 0.0884

0.0123

2009-2016

0.0726

0.0043 0.0760 0.0036 0.1055 0.0057 0.0788

0.0042

Big

Ri-Rf

Ri_w-Rf Ri-Rf Ri_w-Rf Ri-Rf Ri_w-Rf Ri-Rf

Ri_w-Rf

2001-2008

0.0832

0.0132 0.0818 0.0091 0.0960 0.0220 0.0800

0.0130

2009-2016

0.0471 0.0031 0.0498 0.0028 0.0719 0.0048 0.0523

0.0031

Fonte: Primária.

Em seguida, a Tabela 2 mostra o desvio padrão dos fatores de Fama e French (2015) nos mesmos períodos que a anterior:

Tabela 2 – Desvio padrão dos fatores.

Período

Rm-Rf SMB HML RMW CMA

2001-2008

0.0799 0.0491 0.0833 0.0929

0.0785

2009-2016 0.0613 0.0417 0.0469 0.0635

0.0508

Fonte: Primaria

Como pode ser observado nas Tabelas 1 e 2 os desvios padrão tanto das carteiras como dos fatores são em todos as situações maiores no período 2001-2008 que em 2009-2016 o que representa um tipo de quebra no padrão de comportamento dos rendimentos entre estes períodos.

Quando analisados os resultados das regressões para um período mais longo (2001-2016), é possível detectar que os fatores conseguem ter melhor ajuste aos modelos de Fama e French. Além disso, quando utilizadas variáveis dummies em regressões com retornos ponderados, considerado o peso de empresas com maior valor de mercado, por tanto mais negociadas, estas dummies apresentam resultados positivos no período 2011-2014.

Existem indícios da existência de uma quebra estrutural no período recente, com menos volatilidade nos retornos das carteiras e com desvio padrão menor nos valores dos fatores de FF, o que dificulta a correta aplicação do modelo. Por conseguinte, o fato dos ativos financeiros estar descolados dos fundamentos afeta a correta precificação e, assim, a eficiência de mercado. Isto pode se dever em parte como mencionado por Serrano e Summa (2015) a uma mudança de política econômica, de ajuste e orientada aos mercados, estabelecida pelo Estado no período 2011-2014; à instabilidade política e socioeconômica que assola o Brasil desde 2015; e/ou à migração desde um comportamento mais racional de precificação de ativos financeiros para um comportamento, menos fundamentalista, ambicioso de ganhos rápidos e especulativo no sentido de antecipar a psicologia do mercado. Nesta situação, investidores precificam menos o valor real das empresas, representado aqui pela variação de seus ativos no fator CMA e, em consequência, o patrimônio líquido que representará também a relação entre o valor contábil e o valor de mercado no fator HML. Outro elemento a considerar que influencia as variáveis HML e CMA é o endividamento das empresas no exterior, que possuíam até esse momento expetativas positivas em relação à demanda futura. Como divulgado pelo Insper (2014) o endividamento cresceu durante o período.

Dividas lastreadas em dólares que tiveram um aumento de 150% no valor da moeda estrangeira no período que vai desde dezembro de 2007 (USD/BRL 1,77) até dezembro de 2014 (USD/BRL 2,66) tiveram logo um aumento em 125% em apenas dois anos, custando o dólar americano em dezembro de 2016 o valor de 3,33 reais. Sem considerar que durante parte de 2015 e 2016 o dólar chegou a ultrapassar os quatro reais.

A incapacidade de prever eventos extremos dos empresários; a ponderação maior dada às notícias do Fed; certa irresponsabilidade na obtenção de créditos no exterior negligenciando a variação cambial e o apoio ao processo antidemocrático de desestabilização apoiado pelos médios de comunicação iniciando em 2013-2014 acabou tendo um efeito inesperado para a variação dos ativos e passivos das empresas, o que é refletido na quebra estrutural apresentada nas carteiras das maiores e mais negociadas empresas.

O fato de estas anomalias existir demostra que não sempre se cumpre a hipótese de mercado eficiente. Ainda assim, se entende que a eficiência nos mercados é algo que deve ser defendido para evitar a formação de bolhas financeiras que possam, logo, atingir a economia real como acontece no Brasil.

 

INDICADORES SOCIAIS E ECONÔMICOS

Índice de condições econômicas atuais (ICEA) – 2002-2017

Este indicador avalia o grau de confiança que a população tem na situação geral do país e nas condições presentes e futuras de sua familia.

Desemprego, total (% da população ativa total) (estimação modelado OIT) – 2002-2017

Fonte: Organización Internacional del Trabajo, base de datos de Indicadores principales sobre el mercado laboral.

 

‘Reforma trabalhista aumentará a desigualdade no Brasil’, diz economista:

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/11/reforma-trabalhista-aumentara-a-desigualdade-no-brasil

‘Desigualdade no Brasil é escolha política’, diz economista:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/09/1921236-desigualdade-no-brasil-e-escolha-politica-diz-economista.shtml

Semelhante ao exposto pelo economista Thomas Piketty, no artigo anterior se menciona como a falta de taxação sobre heranças e impostos progressivos sobre a renda favorece ao topo da piramide enquanto prejudica os mais pobres. O país nunca irá atingir o estagio de pais rico e desenvolvido enquanto o Estado não melhore a distribuição de renda e as condições sociais da população, fornecendo serviços públicos de qualidade. Principalmente no referente a educação, saúde e uma legislação mais justa. Estes argumentos estão baseados nos dados da revista The Economist que se refere à relação entre o produto, Gross Domestic Product (GDP), dos países e os indicadores de bem-estar social, Social Progress Index (SPI).

Measuring a progressive society:

http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2016/06/daily-chart-20?fsrc=scn/fb/te/bl/ed/measuringaprogressivesociety?

Concluí-se assim que, as especulações do mercado financeiro e a intromissão do setor privado nas politicas econômicas do Estado provocou perda de eficiência nos mercados financeiros; aumentou a especulação financeira; gerou perda de confiança; e, efeitos catastróficos na economia real atingindo o consumo das famílias, aumentando a desigualdade entre ricos e pobres, aumentando o desemprego, estuprando a democracia e dizimando os direitos do povo brasileiro. A situação atual parece não dar indícios de melhoras e ainda se prevê um cenário pior ante a possível ascensão ao poder de Jair Bolsonaro em 2018. Se espera isto não acontecer.

REFERÊNCIAS

FAMA, E. F.; FRENCH, K. R. A five-factor asset pricing model. Journal of Financial Economics, v. 116, n. 1, p. 1–22, 2015.

INSPER. Endividamento externo do setor privado cresceu no País |. Disponível em: <https://www.insper.edu.br/noticias/endividamento-externo-do-setor-privado-cresceu-no-pais/>. Acesso em: 31 out. 2017.

SERRANO, F.; SUMMA, R. Demanda agregada e a desaceleração do crescimento econômico brasileiro de 2011 a 2014. Center for economic and policy research, p. 1–42, 2015.

 

 

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2017-07-21 Recomendaciones de inversión en Merval

Este es el primer post en la sección VIP, entonces más informaciones llegarán en breve.

La economía Argentina, está recientemente cada vez más cerca de una recesión. Y eso no ha escapado a los mercados que además de cautelosos demuestran en el índice Merval una caída reciente en el valor de las acciones, lo que por un lado muestra reducción de lucros para quien mantenga, por otro ofrece oportunidades de compra para una economía que se espera recuperar luego de pasar el gobierno actual.

Opciones de compra en el Merval son las siguientes:

GGAL (Grupo Financiero Galicia) es un holding que vengo siguiendo hace algún tiempo y viene dando buenos resultados. Bases firmes de un banco con una larga historia y lucros constantes.

GARO (Garovaglio y Zorraquin SA) es un holding industrial (y algo agropecuario aunque pocos saben), que últimamente há visto caer el precio de las acciones. Hace poco tiempo los fundamentos de la empresa estaban fuertes y a pesar de la desaceleración industrial y el cierre de su planta de heladeras en el norte del país ellos siguen apostando fuerte a su foco, los termotanques. Por lo absurdo de su precio aparenta ser una buena opción de compra.

CAPU (Caputo) la descubrí cuando no valía nada, talvez por estar en el gobierno de la oposición. En aquel momento una oferta, ahora medio cara. De cualquier forma creo que posee grande potencial de crecimiento por eso todavía la recomiendo.

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2017-07-21 Investments recommendations for NYSE

This is the first post in the VIP area, then more information will come soon.

About the financial market in US, in this moment is hard to give useful advice because the economy is closer to a breakout. When? Is difficult to say, depends in political factors. Meanwhile I recommend you invest in foreign enterprises like TTM (Tata Motors) or or JBS (JBS).

If anyway you pretend to invest in US here you have some good alternatives for buys:

The biggests banks are good options, for example WFC (Wells Fargo), BAC (Bank of America) or C (Citigroup Inc.) are expecting big earnings in the future and strong growth.

Other options in technology and defense are GOOG (Google) and LMT (Lockheed Martin Corporation) they are developing together a project with NASA about quantum computing. Google is expected that continue growing and powerful if a financial crisis appears. Also, your position abroad is very strong. Meanwhile Lockheed is a business that have big potential in long term with disruptive future projects that will change the world and give the shareholders big earnings. Also, in short run if eventually a war happens (that isn’t difficult with Trump in the presidency), defense stocks will show big performance.

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2017-07-21 Recomendações de investimentos em Bovespa

Este é o primeiro post na seção VIP, então mais informações chegaram em breve.

Neste periodo recente recomendo a compra dos ativos:

JBSS3 (JBS) que apesar dos escândalos na mídia e âmbitos políticos, possui um grande potencial de crescimento. Um balanço equilibrado, bons lucros entrada de divisas por exportações e remessa de lucros desde outros países onde tem forte presencia fazem uma boa empresa para se investir.

POMO4 (Marcopolo) é uma empresa localizada em Caxias do Sul, RS que desde faz um tempo possui uma Joint Venture com TTM (Tata Motors) isto lhe dá acesso a um mercado potencial gigante como é a India. Além disso sua presença, em América Latina é forte e seus lucros interessantes.

FESA4 (Companhia de Ferro Ligas da Bahia Ferbasa) é uma empresa que estou acompanhando faz algum tempo e ainda possui espaço para crescimento futuro, mais ainda quando a atividade econômica volte a crescer na China, algo que se espera em breve. Enquanto isso a empresa possui fundamentos fortes e lucros constantes.

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Voltar a Keynes para salvar Brasil

Brasil precisa menos rentistas; e mais capitalistas, pessoas que sentem satisfação na vida por realizar uma atividade produtiva que produza o bem-estar da população. Os rentistas podem sobreviver em qualquer entorno, mas preferem as crises onde multiplicam seu capital e consomem barato desconsiderando o bem-estar do restante da população. Enquanto o governo consiga manter a taxa de câmbio valorizada (favorecendo turismo no exterior e prejudicando as exportações) e a renda fixa rendendo juros altos sem risco; qualquer ajuste será justificado. Dos capitalistas muitos são pequenos empresários que dependem da demanda para manter as empresas em pé, outros, são grandes empresários que também podem viver do rentismo ou adquirir as empresas pequenas falidas nestes tempos. Mas para eles por uma razão óbvia é insuportável se manter à margem de uma crise e da falta de demanda, inclusive para quem, a través da renda variável, é acionista de grandes empresas. As consequências são que os capitalistas morrem com a empresa; vão para o rentismo, morre a empresa e se salva o dono; ou o capitalista vai para investir em outro país com expectativas menos escuras.

Já existiu no Brasil uma época, durante o processo de golpe, onde a população era levada a acreditar que menos intervenção do governo iria melhorar a situação do país. Isto, mostrou ser um engano agora que se confirma a mentira. Os que pediam menos Estado, menos regulamentação, menos impostos, mais “liberdade” não abriram nenhuma empresa, não geraram nenhum emprego. Só assim foi possível enxergar sua verdadeira face, ao do rentismo. Renda fixa que permite a sobrevivência de uma velha elite conservadora e retrógrada que leva o país para a idade média enquanto eles são taxados com poucos impostos e viajam para o exterior durante todo o ano criando uma balança de serviços altamente deficitária para o Brasil.

Existe uma solução para isto e é voltar para as ideias keynesianas que foram responsáveis de orientar a recuperação da crise econômica dos Estados Unidos de 2008. Só uma taxa de cambio desvalorizada, redução na taxa de juros, intervenção do Estado e fomento à criação de novas empresas inovadoras, eficientes e sustentáveis pode salvar o pais.

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Investment and social responsability

Norway is currently the world’s most active advocate of corporate social responsibility on all international arenas. Hence, in this context, Norway has done a great deal to behave as a solid citizen of the global village. On the other hand, for all its success and wisdom, the management of the state pension fund illustrates that even Norway is sometimes guilty of selfishly feathering its own nest at the expense of other nations, the planet, and, therefore, ultimately its own welfare over the long term.

The Norwegian Government Pension Fund Global is by far the world’s largest sovereign wealth fund, currently exceeding 800 billion USD, and rapidly growing. The fund is owned by the state on explicit behalf of current and future generations. It is administrated by the Ministry of Finance, which gives guidelines to the investment branch of the Norwegian State Bank (Norwegian Bank Investment Management, NBIM). A separate Council of Ethics (appointed by the government) serves the role of advising the Ministry on which companies to divest from due to serious ethical misconduct (details in the structure and mandates can be found here).

The fund has two major ethical concerns: It should provide good returns to future generations, and it should not contribute to severe unethical acts. The major emphasis has been on the first goal. A core management issue is the rule of maximum spending (handlingsregelen), i.e., that no more than 4% of the annual income can enter the annual state budget for public spending. This ensures that the fund will be used for the long-term welfare of Norway, not just short-term welfare.

This is admirable management of common goods and can serve as an example of how natural resources can be managed for the benefit of an entire nation.

In the United States, a nonprofit organization called B-lab (B stands for benefit) provides a certification service for corporations. Those that apply for certification receive a score on the basis of a detailed examination. If the score exceeds a certain value, then the company is permitted to advertise itself as a B-Corporation. Xiujian Chen and Thomas F. Kelly at Binghamton University’s School of Management recently analyzed a sample of 130 B-corporations and compared them to a number of matched samples of other corporations. The samples were matched with respect to geographical location, business sector, corporation size, and other variables. In all cases, the B-corporations were either as profitable or more profitable (on average) than the corporations in the matched samples. Engaging in ethical practices did not hurt, and might even have helped, their bottom lines.

More analysis will be required to pinpoint why B-corporations do well by doing good. One possibility is that they have become like villages in their internal organization so there is less selfishness from within. Another possibility, which is not mutually exclusive, is that consumers are increasingly adopting a norm that causes them to prefer to do business with ethical companies and to shun unethical companies, exactly as they would prefer and avoid people in a village setting. Certification as a B-Corporation makes it easier for consumers to evaluate a company’s ethical reputation. Knowing someone’s reputation comes naturally in a village setting, but work is required to provide the same information at a larger scale. Adherence to other codes performs a similar function, such as the UK Stewardship Code (FRC 2012), the International Corporate Governance Network´s Code (ICGN) or the Singapore Code of Corporate Governance Statement on the Role of Shareholders (SCGC) to mention a few.

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Hybrid Airship: Uma nova era no transporte?

Carrying Air Mobility into the Future
Nos últimos tempos está novidade da Lockheed Martin, mostra vantagens de uma inovação radical que pode mudar desde a logística de commodities até sua utilização para ajudas humanitárias ou missões de resgate.
Ainda que seu costo permanece elevado existe potencial no fato de futuras versões ter maior capacidade de carga, diluindo o custo por tonelada transportada, como a redução do custo de fabricação pela produção em massa.
O Zeppelin Hibrido pode inclusive viajar ao redor do mundo em 30 dias sem recargar combustível. Normalmente, ele pode operar a uma velocidade cruzeiro nominal de 60 nós -aproximadamente 3 vezes a velocidade média de um navio de carga- por mais de 2400 km e altitudes de até 10000 pés (3050 metros). Também é um meio mais sustentável de transporte comparado com alguns dos métodos atuais.
Apresentação do Hybrid Airship:
Sistema de decolagem/pouso:
Vertical com sistema Hovercraft (Multiples superfícies)
Ticker em Bovespa: LMTB34
Ticker em Merval: LMT
Dados financeiros em NYSE:

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A importância das instituições no crescimento de longo prazo

Introdução:

Até o momento foi colocada a premissa de que as taxas de investimento e o tempo que as pessoas destinam a se qualificar são fornecidos exogenamente.

A partir deste resumo tentara se explicar por que alguns países investem mais que outros e destinam mais tempo ao aprendizado de novas tecnologias.

 

Desenvolvimento:

Uma maneira de avaliar a decisão de investimento é a chamada analise de custo-benefício. Uma vez implantado o negócio imagine que ele gera lucro durante toda sua existência. Isto pode ser avaliado por meio do valor presente descontado dos lucros esperados futuros; que chamaremos de Π, e será a variável que fornecera a pauta para a decisão de uma empresa:    Π ≥ F àInveste          Π < F à Não investe

A extensão para a transferência de tecnologia é inerente ao exemplo empresarial. Parte substancial da transferência de tecnologia deve ocorrer exatamente desse modo -quando a multinacional decide instalar um novo tipo de negócio num pais estrangeiro. Com relação à aquisição de qualificações, uma história semelhante se aplica. As pessoas devem decidir quanto tempo destinar à aquisição de qualificações especificas. Por exemplo, na decisão de dedicar um ano amais de estudo F é o custo da instrução e o custo de oportunidade. O benefício Π reflete o valor presente do acréscimo no salário, resultante da aquisição adicional de qualificação.

Um bom governo oferece as instituições e a infraestrutura que minimizam F e maximizam Π, incentivando assim o investimento.

Os determinantes de F são influenciados na instalação de uma subsidiaria por motivos pelos quais alguns países desmotivam o investimento estrangeiro, seja pela alta burocracia, seja pela existência de governos fracos e corruptos.

No referente aos determinantes de Π iremos determinar a lucratividade do investimento avaliando: (1) tamanho de mercado; (2) extensão em que a economia favorece a produção em vez do desvio e (3) a estabilidade do ambiente econômico.

Além do “efeito escala” favorável das grandes economias, também existem oportunidades para as empresas que estão localizadas estrategicamente em pequenos países abertos ao comercio e em rotas internacionais. Outro determinante no lucro auferido são as regras e instituições de uma economia que favorecem a produção (infraestrutura) ou o desvio (técnicas imorais e usualmente ilegais praticadas entre agentes privados e públicos).

Finalmente, a estabilidade do sistema econômico pode ser um determinante muito importante dos retornos ao investimento. Uma economia em que as regras e as instituições mudam continuamente pode ser um lugar arriscado para investir. Guerras e revoluções são um exemplo extremo de instabilidade numa economia.

Economias nas quais a infraestrutura propicia o desvio em vez da produção terão em geral menos investimento em capital, menos investimento externo que poderia transferir tecnologia, menos investimentos nas pessoas que poderiam acumular qualificações e menos investimento de empreendedores que poderiam desenvolver novas ideias que melhorassem as possibilidades produtivas da economia.

Além disso, a infraestrutura de uma economia pode influir no tipo de investimento a serem realizados. Por exemplo, numa economia com grande desigualdade e problemas sociais que propicia o roubo, os gerentes investirão capital em grades e sistemas de segurança em vez de investir em máquinas e fábricas. Ou, em uma economia na qual os empregos públicos possibilitam o ganho de renda mediante arrecadação de taxas ou propinas, as pessoas podem investir em habilidades que lhes permitam obter emprego público em vez de se qualificarem para empregos produtivos.

Empiricamente é possível observar que economias com políticas antidesvio e abertura ao comercio internacional tem apresentado melhores índices de investimento que as que não aplicaram as mesmas. Também se observa que as pessoas destinam mais tempo a acumular qualificações em países abertos ao comercio e que favorecem a produção sobre o desvio.

Se o trabalho é um fator escasso nas economias em desenvolvimento, o retorno à qualificação nessas economias deveria de ser elevado, e isso deveria de incentivar a migração de mão de obra qualificada dos países ricos para os países pobres. Contudo, na prática ocorre o inverso.

No referente à Produtividade Total dos Fatores (PTF), também existe uma correlação positiva com as políticas antidesvio e a abertura.

A função de produção agregada das economias é a seguinte: Y=IKα(hL)1-α, onde I representa a influência da infraestrutura da economia sobre a produtividade de seus insumos. As economias crescem ao longo do tempo porque novos bens de capital são inventados e os agentes econômicos aprendem a usar os novos tipos de capital (o que é captado por h). Contudo, duas economias com os mesmos K, h e L podem ainda gerar montantes de produto diferentes porque os ambientes econômicos em que esses insumos são empregados diferem.

As políticas governamentais e as instituições que constituem a infraestrutura de uma economia determinam o investimento e a produtividade e, por tanto, determinam também a riqueza das nações. Alterações fundamentais na infraestrutura, (como os incentivos à inovação) podem gerar milagres de crescimento.

Conclusão:

Conseguimos ver que a infraestrutura é um determinante do investimento que gera o crescimento futuro de longo prazo, e a importância dos governos na escolha das políticas que são definidas.

No referente à crítica direta de Jones ao “desastre Argentino”, supostamente causado por Juan Perón, ele primeiro deveria de estudar a história Argentina, ler sobre o Segundo Plan Quinquenal (onde Argentina teve seu auge industrial e o nascimento de direitos sociais), e depois falar. Os piores anos de Argentina foram durante o período militar, e logo nos anos do neoliberalismo nos anos 90. Tanto a carnificina da ditadura e sua economia primaria como o desastre econômico do governo Menem e Consenso de Washington foram apoiados pelo pais de origem do autor.

Na atualidade, vale a pena destacar o papel heroico que ele dá aos EUA como modelo a seguir e o esquecimento dos países nórdicos e China, únicos que conseguiram escapar do controle do mainstream antissocialista. Com China com um PIB per capita cada vez maior, e pronta a assumir a liderança econômica mundial; a população Russa se replantando ter saído da URSS; os países nórdicos socialdemocratas com seus altos índices de bem-estar; e os EUA liderando o fascismo internacional, perdendo sua posição de hegemonia neoimperialista, com cada vez mais descontento e desigualdade na população, acho que Jones deveria de repensar suas ideias.

A teoria que Jones propõe sobre a renda dos países se equilibrar, é algumas vezes possível sim; mas com o fluxo internacional de capitais e com o capital financeiro beneficiando os que já possuem mais renda (sendo o capital inicial um multiplicador), e este mesmo mercado financeiro beneficiando países como Coreia do Sul e Japão (países citados como exemplo de crescimento) é difícil que países isolados consigam competir nesse jogo de cartas marcadas.

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Estudo de como o processo de inovação leva ao crescimento

Introdução:

O objetivo sobre o analise das trajetórias de inovação procura explicar, desde uma perspectiva histórica, como o avance tecnológico levou à inovação e o crescimento dos países desenvolvidos, principalmente os Estados Unidos. Durante o transcurso se apreciará que foi um caminho incremental de políticas governamentais que contaram também com a participação do capital privado apoiando o Estado para o crescimento das economias.

Desenvolvimento:

Um dos principais acontecimentos do século XX foi a interconexão entre o mundo dos conhecimentos científicos e o de os artefatos.

A invenção de artefatos como o avião ou o computador demandaram décadas até eles se tornar um produto eficiente e sustentável, isto foi possível através de pequenas melhoras quase imperceptíveis que o fizeram evoluir ao longo do tempo. È assim que entra o questionável papel dos direitos de propriedade intelectual para recompensar os riscos de inversão em investigação e desarrolho. Incluso é a população quem suportam o custo desse investimento. Sendo que os ingressos de muitas empresas derivam da investigação financiada publicamente, em instituições ou universidades públicas, ou a través de subsídios e isenções tributarias. Muitas destas ideias que forneceram grandes resultados nos ingressos de rentas às empresas ou indivíduos são o resultado de uma série de ideias e experimentos atribuíveis a muitos indivíduos que não foram recompensados. Muitas dessas ideias se presentam para bloquear a competência e evitar demandas, e não estão pensadas para ser exploradas e para a produção.

Estudos realizados por Abramovitz (1956) e Solow (1957) chegaram na conclusão de que não mais do que 15% do crescimento medido no produto dos EUA ao final do século XIX e na primeira metade do século XX podiam ser atribuídos ao crescimento dos insumos medidos de capital e trabalho. O “resíduo” de 85%, notavelmente elevado, sugeriu que o crescimento da economia resultou predominantemente da extração de mais produto de cada unidade de insumo na atividade económica, ao invés do mero uso de mais insumos. Isto, foi principalmente causado pela inovação tecnológica.

Durante o inicio do século XX os EUA estiveram mais abertos a influencias internacionais do que em qualquer outro momento. Por volta de 1900, companhias multinacionais sediadas nos Estados Unidos, já estavam desempenhando um papel significativo na transferência internacional de novas tecnologias. As grandes melhorias nas áreas de transportes e comunicações foram, certamente, os principais facilitadores tecnológicos para o crescente fluxo de conhecimentos tecnológicos, assim como de bens e de capital a través das fronteiras políticas. Duas guerras mundiais, amais severa depressão na história e as políticas protecionistas conseguiram interromper a tendência em direção à globalização por várias décadas.

Joint ventures internacionais e alianças estratégicas de todo tipo tem contribuído para tornar mais rápidos os fluxos internacionais de tecnologia.

Outra característica peculiar da história da inovação na economia norte-americana do século XX foi a institucionalização do processo de inovação que ocorreu durante esse período. Ao final do século XIX, várias empresas industriais começaram a organizar sistemáticos programas internos de P&D. O aparecimento de esses laboratórios de pesquisas industriais na economia dos EUA ocorreu paralelamente ao crescimento de novas disciplinas de engenharia e de ciências aplicadas nas universidades. Na verdade, todos esses três conjuntos tecnológicos têm sido caracterizados por uma “divisão de trabalho” mutável entre as empresas privadas, as universidades e o governo no que se refere ao financiamento e à realização da P&D.

Parece quase óbvio, pelo menos para este autor, que o automóvel chegou quando chegou mais por causa de mudanças económicas e sociais do que devido à mudança tecnológica como tal. Em primeiro lugar, no automóvel, o prestígio, a flexibilidade, a privacidade, a recreação e a utilidade estão combinados de um modo que somente uma sociedade individualista com alta renda per capita poderia permitir-se possuir ou desenvolver. Essa é uma boa justificativa para a alegação de que, entre as condições indispensáveis para o início da era do automóvel figuravam os níveis relativamente altos de renda, pelo menos da classe média, e a existência de uma sociedade individualista.

As profundas mudanças que aconteceram no sistema de P&D dos EUA durante o século XX foram influenciadas pela “invenção da arte de inventar”, antes iniciada na Alemanha. E pela evolução do sistema de P&D e seu constante deslocamento nos papeis da indústria, governo e universidades como financiadores.

Tanto na Alemanha como nos EUA o crescimento do P&D foi influenciado por avanços na física e na química durante o último terço do século XIX. Os laboratórios de P&D empresarial trouxeram grande parte do processo de desenvolver e melhorar a tecnologia industrial para o interior das empresas industriais dos EUA, reduzindo a importância dos inventores independentes na geração de patentes (Schmookler, 1957). Em indústrias como as do aço e do processamento de carnes, os setores de inspeção e teste de materiais, muitos dos quais haviam sido criados à medida que foi crescendo a escala de produção no final do século XIX, gradativamente expandiram suas atividades para as áreas da inovação de processos e de produtos.

Elas também passaram a monitorar desenvolvimentos tecnológicos fora da firma e a aconselhar seus administradores na aquisição de tecnologias desenvolvidas externamente.

As ameaças de uma ação antitruste resultantes da dominância das corporações de um único setor levaram-nas a diversificar suas atividades para outras áreas. A P&D interna contribuiu para essa diversificação, dando suporte à comercialização de novas tecnologias que foram desenvolvidas internamente ou compradas de fontes externas. Como Schumpeter argumentou em seu livro “Capitalismo, socialismo e democracia” que a pesquisa industrial interna às empresas havia substituído o inventor-empresário reforçando a posição das empresas dominantes. Dessa forma empresas como GE e Du Pont conseguiram criar carteis internacionais.

A dependência de muitas universidades dos EUA em relação aos financiamentos do Estado, a modesta dimensão desse financiamento e a rápida expansão de suas atividades de treinamento contribuíram para o crescimento dos vínculos formais e informais entre a pesquisa industrial e a universitária.

As universidades tornaram-se um ponto focal para o monitoramento das atividades de tecnologia externa de muitos laboratórios industriais de pesquisa dos EUA antes de 1940, e pelo menos algumas de essas conexões entre as universidades e as empresas envolveram o desenvolvimento e comercialização de novas tecnologias e produtos. Esses vínculos entre a pesquisa acadêmica e a industrial foram poderosamente influenciados pela estrutura e financiamento descentralizados do ensino superior nos EUA, especialmente das instituições públicas dentro do sistema. O financiamento público criou um sistema de ensino superior substancialmente maior do que o da maioria das nações europeias. A fonte desse financiamento público foi, entretanto, igualmente importante. O proeminente papel dos governos estaduais no financiamento do sistema de ensino superior dos EUA no pré-guerra levou as universidades públicas a procurar oferecer benefícios económicos às suas regiões a través de vínculos formais e informais com o setor industrial (Rosenberg & Nelson, 1994). Tanto o currículo como a pesquisa do ensino superior dos EUA tornaram-se mais voltados para as oportunidades comerciais do que na maioria dos sistemas europeus de ensino superior. Swann (1988) descreveu as amplas conexões entre pesquisadores acadêmicos, de instituições educacionais com empresas. O tamanho desse acervo de mão-de-obra treinado foi tão importante quanto a sua qualidade.

No início da Segunda Guerra começou um processo de estruturação onde o percentual maior de P&D, antes em mãos da agricultura, foi orientado para a defesa; a qual teve um espetacular incremento de 1331%.

Ironicamente, o êxito do Projeto Manhattann na criação de armas com poder destrutivo sem precedentes contribuiu para favorecer pálidas percepções no pós-guerra sobre as possibilidades construtivas da ciência em grande escala para o avanço do bem-estar da sociedade; por exemplo, penicilina, radar, etc.

O maior beneficiário das bolsas e contratos por médio do overhead, (ou taxa institucional) foi o MIT, com 75 contratos com um valor total de mais de US$116 milhões. E o êxito desses arranjos contratuais com o setor privado durante a Guerra contribuiu, no pós-guerra, para o crescimento de um sistema de P&D que dependia fortemente do financiamento federal para pesquisa e desenvolvimento extramuros.

Os serviços militares têm dominado o orçamento federal de P&D desde a década de 1970, apenas ficando abaixo dos 50% dos recursos comprometidos para esse fim em três anos.
Assim, tal como em outros segmentos da pesquisa acadêmica nos EUA, os incríveis avanços nas tecnologias biomédicas durante o período do pós-guerra e os grandes e multifuncionais centros médicos universitários foram beneficiados por substanciais influxos de financiamentos federais.

Os grandes estabelecimentos de pesquisa existentes em universidades, no governo e em diversas empresas privadas serviram de “incubadoras” para o desenvolvimento de inovações que “saíram pela porta” com os indivíduos que criaram suas firmas para comercializá-las. Esse padrão foi particularmente significativo nas indústrias de biotecnologia, de microeletrônica e de computadores. De fato, os altos índices de mobilidade funcional dentro das aglomerações regionais de empresas de alta tecnologia serviram tanto como um importante canal de difusão da tecnologia quanto como um imã para outras empresas com tecnologias afins. A fundação e a sobrevivência de novas e vigorosas empresas também dependeram de um sofisticado sistema financeiro privado que apoiou as novas empresas durante a sua infância. O mercado de capitais de risco desempenhou um papel especialmente importante na implantação de muitas empresas de microeletrônica durante as décadas de 1950 e 1960, e contribuiu para o crescimento das indústrias de biotecnologia e de computadores. Logo, os fundos de investimento de capitais de risco foram sendo gradualmente suplementados por ofertas públicas de participação.

Conclusão:

O aparecimento de grandes empresas corporativas no início do século XX e as mudanças provocadas nesse sistema pela Segunda Guerra e suas sequelas provocaram grandes mudanças estruturais.

A P&D e as compras governamentais relacionadas à defesa foram indispensáveis para o crescimento de empresas iniciantes nas indústrias de semicondutores e computadores. As políticas antitruste contribuíram para a rápida difusão da propriedade intelectual através das indústrias nascentes de semicondutores e de computação. Além disso, é claro, o apoio das agências federais de financiamento às empresas e universidades contribuiu para aumentar a oferta de novos desenvolvimentos com potencial comercial.

A política antitruste também tem sofrido mudanças consideráveis desde os anos 1980. A administração Reagan deslocou substancialmente sua filosofia de aplicação para longe da rígida postura adotada por praticamente todas as administrações anteriores. Isto levou a um crescimento do liberalismo de direita ao qual agradecemos pela crise econômica de 2008. Desde a qual a administração Obama recuperou o pais com políticas keynesiana. E no qual a atual administração Trump está por fazer explodir num futuro próximo; talvez só em termos econômicos com a atual desregulamentação e políticas favoráveis ao aumento do índice de Gini e descontento social, talvez literalmente pela má gestão geopolítica.

Muitos dos laboratórios pioneiros no desenvolvimento de pesquisa própria estão agora comprometidos em relacionamentos colaborativos, nacionais e internacionais, com outras empresas, grupos de firmas, laboratórios governamentais e universidades.

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